Muitas pessoas sofrem com dentes sensíveis e esse é um dos desconfortos mais comuns relacionado às doenças bucais, podendo afetar o sorriso de diversas formas. Porém, é possível prevenir as dores e incômodos causados por essa sensibilidade.
Chamada também de hipersensibilidade dentinária, a sensibilidade é aquela dor aguda que é sentida nos dentes geralmente ingerimos algum alimento e bebida gelada, quente, ácida ou doce demais. Esse problema acontece quando o esmalte do dente, que é primeira camada dentária, é desgastada e entra em contato com a raiz do dente e as terminações nervosas.
Outros fatores como inalação de ar frio, escovação agressiva e bochecho com água gelada podem provocar dor nos dentes sensíveis.
Outras causas podem contribuir para o desenvolvimento da sensibilidade dentária como por exemplo as cáries e a retração gengival. Mas o fator mais comum ainda é o desgaste do esmalte dentário.
A sensibilidade nos dentes pode ser evitada. Consulte regularmente um dentista, preferencialmente a cada 6 meses. Faça um check-up para descobrir as causas do problema e fazer o tratamento mais indicado para o seu caso. Procure se alimentar de forma saudável, evitando alimentos ácidos e doces para preservar o esmalte. Lembre-se de realizar a escovação de forma suave com uma escova de cerdas macias e creme dental adequado.
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A oclusão dentária, conhecida como mordida cruzada, nada mais é do o encaixe alinhado entre os dentes e os maxilares sem que haja desvio algum. O ideal é que os dentes superiores se encaixem perfeitamente nos dentes inferiores quando fechamos a boca.
Mas para que isso aconteça, é importante também que os dentes não estejam tortos ou que haja espaçamento entre eles. Geralmente casos de má oclusão dentária leve não exigem tratamento. Porém, os casos mais proeminentes, recomenda-se procurar um dentista. O profissional fará a avaliação me provavelmente será indicado algum tratamento com aparelhos ortodônticos ou até mesmo cirúrgico.
A oclusão dental possui também outros nomes como: dentes desalinhados, mordida cruzada, mordida profunda e mordida aberta.
1. Mordida aberta e mordida profunda
Um problema muito comum são as mordidas abertas e as profundas. Na mordida aberta, os dentes superiores não encostam nos inferiores, entretanto, os dentes posteriores ainda conseguem manter contato quando a boca está fechada. Geralmente associada ao incorreto desenvolvimento e crescimento dos ossos, essa condição também pode acontecer devido a problemas adquiridos após o nascimento – como uso de chupetas após os 2 anos de idade, chupar o dedo e interposições de língua. Por essa razão, a pessoa pode ter problemas de respiração, mastigação e, até mesmo, alterações na fala.
No caso da mordida profunda, os dentes inferiores são cobertos em mais de 50%, muitas vezes chegando a ter dentes ferindo o céu da boca. Isso acontece geralmente pelo crescimento desordenado tanto na região que envolve os dentes quanto até do plano oclusal.
2. Mordida cruzada
Na mordida cruzada, a pessoa pode ter um tamanho transversal da maxila maior que o normal, ou, em alguns casos ela estar tão estreita que a maxila fica por dentro da mandíbula. Isto ocorre devido à falta ou excesso no decorrer do desenvolvimento transversal da maxila em comparação à mandíbula.
3. Classe II e Classe III
Classificadas com o posicionamento sagital dos dentes da maxila em relação aos da mandíbula, as maloclusões de Classe II são percebidas quando a mandíbula está localizada mais para trás em relação à maxila. Dessa forma, o queixo do paciente parece menor do que seria o ideal um rosto mais harmônico.
Já na maloclusão de Classe III aconteça o oposto. Quando a maxila fica para trás em relação à mandíbula, fazendo parecer que a pessoa tem o queixo muito grande.
4. Apinhamento e diastema
Relacionado às causas genéticas, o apinhamento é a falta de espaço entre os dentes. Para esses casos, a extração de um ou mais dentes é o mais indicado.
Portanto, se você tem problema com má oclusão ou outras condições que o incomodam esteticamente e podem gerar problemas, procure a ajuda de um profissional. Quanto mais cedo for realizado o diagnóstico, menor será o risco de um tratamento no futuro.
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A hora certa de levar a criança no ortodontista deve ter atenção total dos pais desde sempre. Cada fase da vida pede diferentes tipos de cuidado e atenção. Por isso o acompanhamento do dentista deve acontecer desde cedo.
Dependendo do desenvolvimento da dentição e dos ossos que envolvem a mastigação do seu filho, é que vai determinar quando levá-lo a uma consulta.
Mas você sabe qual é a idade correta de visitar o ortodontista? Vamos esclarecer a seguir o quão importante é a consulta e quando ela deve ser realizada.
Sabemos que a visita ao dentista não é apenas para ter o sorriso bonito, mas também por ser importante ter os devidos cuidados com a saúde bucal desde pequeno. Para esse casos, o ideal é procurar um ortodontista, que é o profissional responsável por cuidar do crescimento dos ossos da face e do posicionamento dos dentes.
O recomendado pelos dentistas é que a criança seja levada a uma consulta com o ortodontista entre os cinco e sete anos, pois é nessa fase que a criança entra na troca dos dentes de leite pelos dentes permanentes.
Para as crianças nessa faixa etária, a realização de exames radiográficos e clínicos são primordiais. São nesses exames que se é possível identificar alguma irregularidade do desenvolvimento dos dentes e no crescimento dos ossos do rosto.
Os principais resultados de pacientes nessa fase quando levados ao dentista são:
Nos casos citados anteriormente, o tratamento mais indicado é o ortodôntico. A realização do tratamento na fase infantil é ideal, pois auxilia na aparência do rosto e melhora a função mastigatória.
Portanto, agendar uma consulta no momento certo ajuda no rápido diagnóstico e na indicação do tratamento mais adequado. Cuidar da saúde bucal na fase infantil ajudará seu pequeno a ter uma adolescência mais tranquila e sem grandes preocupações com relação a saúde dos dentes.
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Mas descobrirmos os nossos pontos fortes e realçá-los e até mesmo melhorar o que realmente nos incomoda são atitudes essenciais para elevar a autoestima e assim levar a vida de maneira mais leve e confiante.
Tanto no âmbito pessoal quanto profissional, se sentir bem com quem você é fator determinante para que as pessoas ao seu redor realmente vejam quem você e se sentam bem ao seu lado. Por muitas vezes, um simples sorriso abre muitas portas, demonstra cordialidade e mostra que você está aberto a uma possível aproximação mais amigável. Por isso, cuidados com a saúde bucal nunca devem ser deixados de lado. Mas você sabe como ter um sorriso mais belo e cativante? Vamos te mostrar a seguir…
Cuidados com a higiene
Usar o fio dental antes no começo da limpeza bucal, utilizar escova de dentes com cerdas macias e realizar a escovação de forma correta são passos básicos e não podem ser deixados de lado em hipótese alguma. Manter essa rotina de cuidados deixará sua boca protegida de doenças como a gengivite, aparecimento de cáries e halitose ou mau hálito.
O que você come também interfere
Existem muitos alimentos que logo depois que comemos ficam grudados ou podem provocar manchas nos dentes após as refeições. Mas você sabia que existem certos alimentos que auxiliam na manutenção de um belo sorriso? Os mais crocantes e saudáveis podem ser seus aliados. Fique atento ao que você consome.
Quais alimentos consumir, então?
Água: Mantém a boca hidratada, ajuda na salivação e diminui a incidência de ter mau hálito.
Brócolis: Por conter ferro e o cálcio, ajudam no fortalecimento dos dentes.
Cenoura, maçã e pera: São alimentos que possuem muitas fibras e por isso colaboram na remoção dos resíduos nos dentes.
Cereais e oleaginosas: Por serem alimentos mais crocantes aceleram o processo de produção da saliva e do ph, que reduz a acidez na boca e evita a proliferação de bactérias.
Iogurte: Alimento que contém proteínas, cálcio, fósforo e ácido lático, nutrientes que ajudam no fortalecimento dos dentes.
Visitas regulares ao dentista
Consultar seu dentista regularmente é necessário para que a sua boca esteja sempre saudável e seu sorriso bonito. Mesmo que apareça algum problema bucal, quanto antes for diagnosticado e tratado, melhor.
Os tratamentos de canal são procedimentos que devem ser feitos uma vez que o dente se deteriorou ao ponto de alcançar e prejudicar o tecido nervoso. Muitas vezes é difícil saber se um canal é necessário, pois os sintomas podem ser associados com outros problemas dentários. Para saber se está precisando de um tratamento de canal, veja abaixo os sinais:
Dor de dente persistente
Se a dor (moderada a forte) não desaparece depois de comer ou beber alimentos quentes ou frios, é um sinal. No entanto, se a dor é leve e não se prolonga, um tratamento de canal pode não ser preciso. Isto pode ser sintomático da dor de dente exigindo uma coroa.
Dificuldades para mastigar
Se ao mastigar ou morder alimentos você sente dor, sente que um dente está muito sensível a qualquer toque, ou acordar de noite com dor a ponto de ter que tomar remédio, pode ser necessário um tratamento de canal. Um canal só seria necessário se houver cárie e ela estiver profunda a ponto de tocar o tecido nervoso. Além disso, se há inchaço das gengivas mas não sente nenhuma dor, provavelmente deve ser uma infecção e criou-se um abcesso. Um dentista pode tirar um raio-x da área para determinar se este é o caso.
Dor de dente irradiante
Se você sente dor em um dente e ela irradie para outras áreas, isto é sinal de que um canal está precisando ser tratado. Por exemplo: se a dor se estende a partir de uma região para o maxilar inferior ou superior, ou na cabeça. Fique atento caso apareçam bolhas sobre a gengiva parecidas com espinhas. Se pressionar a área e sangue ou pus for sair, pode significar que você precisa tratar um canal.
Se você está desconfiado de que pode ter problemas em um canal dentário, procure um dentista o mais breve possível. Nesses casos, o tratamento deve ser realizado o quanto antes, pois se a infecção continuar, o dente corre o risco de ser completamente extraído.
Quando se é realizado um tratamento ortodôntico ou estético, conquista-se um novo sorriso, porém nem sempre está harmônico com os traços do rosto, e é aí que a harmonização orofacial faz seu papel. Essa área tem conquistado cada vez mais espaço na odontologia, pois traz procedimentos pouco invasivos e relativamente simples que proporcionam resultados ótimos.
Hoje em dia, por meio de técnicas específicas é possível equilibrar a parte funcional e estética da face, dentro do consultório.
Aplicação de ácido hialurônico e toxina botulínica são alguns tipos de procedimentos que fazem parte de um tratamento de harmonização orofacial.
Vale esclarecer que nenhum desses tratamentos é uma cirurgia e todos são procedimentos pouco invasivos que tem por objetivo a correção estética.
O conhecido “botox” é uma das principais técnicas utilizadas na harmonização orofacial. É um procedimento pouco invasivo que proporciona mais firmeza para a pele. A aplicação do botox é bastante segura e o paciente tem poucos riscos de comprometimento motor ou vascular. Entretanto, mesmo sendo um procedimento seguro, é primordial que o paciente procure por um cirurgião dentista capacitado e especializado nesse tipo de procedimento.
Através do preenchimento, o cirurgião dentista consegue corrigir imperfeições como sorriso gengival, posição da sobrancelha e até o lifting da face. Todas essas correções proporcionam um sorriso mais simétricos e harmônicos com o rosto do paciente, promovendo ótimos resultados estéticos.
A aplicação desse ácido é mais uma técnica que faz parte da harmonização orofacial. Com o objetivo de minimizar o chamado “bigode chinês”, sua utilização também tem como finalidade harmonizar o rosto, corrigindo algumas imperfeições.
A aplicação do ácido hialurônico é bastante parecida com a do botox e, da mesma maneira, pode trazer excelentes resultados.
Utilizado principalmente para reduzir a papada, a aplicação de ácido deoxícólico também promove bons resultados estéticos, deixando o sorriso mais alinhado com a face.
Vimos que a harmonização orofacial, sem dúvida, proporciona ótimos resultados. Entretanto, é primordial que seja realizada por profissionais que possuam conhecimentos tanto da odontologia quanto da estética.
Um belos sorriso tem muito a ver com uma autoestima mais elevada, melhores relações pessoais e bem-estar.
Mas a parte estética do sorriso, não está somente ligada ao processo de harmonização do sorriso do paciente, ela auxilia também na melhora da funcionalidade da arcada dentária. O objetivo da odontologia é aliar a função ortodôntica e a estética. Sabemos que é bastante comum uma questão funcional provocar um problema estética e vice-versa.
Algo muito comum é fato de que muitos pacientes realizam os tratamentos odontológicos estéticos sem seguir uma ordem ideal para garantir preservação bucal. A sequência saudável e ideal do ponto de vista da Odontologia Estética é: colocação de aparelho ortodôntico, implante, realização de clareamento dental, aplicação de lentes de contato ou facetas e realização de restaurações estéticas.
Pessoas que possuem algumas imperfeições podem colocar a lente de contato para corrigir. Já para quem apresenta manchas nos dentes e estrutura prejudicada, é possível fazer uma restauração. Nas situações em que os dentes ficam mais escuros por algum motivo, a solução é desgastar o esmalte do dente e colocar a lente de contato dental.
A Odontologia Estética é uma área que ajuda na saúde e na beleza do seu sorriso!
Manter os dentes brancos nem sempre é fácil. Muitas pessoas têm dúvidas do que se pode fazer, que tipo de alimentos consumir e hábitos deve ter para garantir um belo sorriso.
Escovar os dentes sempre após as refeições e passar fio dental são algumas das medidas fundamentais para garantir dentes mais saudáveis e bonitos, mas você sabia que alguns alimentos agem quase como clareadores naturais dos dentes? E o melhor de tudo: são fáceis de incluir no cardápio.
Veja alguns alimentos que deixam os dentes mais bonitos e mais fortes:
Morango: A fruta contém ácido málico, um adstringente natural que ajuda a retirar manchas. Além disso, possui vitamina C, que ajuda a combater o acúmulo de placa nos dentes.
Maçã: A maçã é fibrosa, limpa os dentes a cada mordida, além de estimular o fluxo salivar.
Pera: A pera aumenta ainda o fluxo salivar e, assim, protege os dentes contra cáries e doenças da gengiva.
Queijos: O consumo de queijo – o cheddar, em particular – aumenta a produção de saliva e forma uma barreira protetora no esmalte do dente. O queijo pode ajudar a deixar os dentes mais brancos, já que a caseína é um tipo de proteína encontrada principalmente nesse alimento.
Castanha-do-Pará: Os óleos provenientes da castanha do Pará ajudam a formar uma película sobre os dentes, reduzindo a capacidade das bactérias grudarem neles.
Nozes: A mastigação de nozes ajuda a eliminar a placa bacteriana, fazendo uma limpeza natural na boca. Além disso, elas ajudam a formar uma película sobre os dentes.
Brócolis: Contêm ferro e cálcio que, juntos, formam uma barreira que protege o esmalte dos dentes. Além disso, por serem crocantes, os brócolis estimulam a produção de saliva, ajudando a diminuir as manchas nos dentes.
Cenoura: São fortes aliadas de um sorriso mais branco pois contêm vitamina A, que é necessária para manter o esmalte dos dentes saudável. Além disso, comer a cenoura crua, estimula a salivação.
Espinafre: Ele é rico em fibras e pode ajudar a deixar os dentes mais brancos. O espinafre faz uma limpeza natural dos dentes, pois é rico em fibras.
Pepino: O pepino promove a produção de saliva que, juntamente com as fibras naturais dos alimentos, limpa os dentes e remove bactérias.
Gostaram das dicas? Começa agora a introduzir esse alimentos nas suas refeições e tenha dentes mais brancos de forma natural.
Mas lembre, quando o assunto é saúde bucal, a prevenção é o melhor caminho. Ir ao dentista periodicamente é essencial para manter a limpeza e a beleza dos dentes.
A escova de dentes é sua maior aliada no que diz respeito a saúde da sua boca, mas ela também pode virar uma inimiga se não for conservada de forma adequada. Cuidar da limpeza dos dentes já sabemos que é de extrema importância, mas você sabia que o cuidado com a sua escova dental também é essencial para saúde bucal? Alguns cuidados são necessários para aumentar a durabilidade delas e reduzir a contaminação por bactérias, vírus ou fungos.
Existem inúmeras espécies de bactérias na boca, então não é difícil que ao fazer uma escovação, esses microrganismos possam ser transferidos para as cerdas da escova. Estudos científicos já comprovaram a presença até de coliformes fecais alojados em escovas, devido a proximidade com o vaso sanitário.
Como proteger a escova
Antes de começar a escovar os dentes, lembre-se sempre de primeiro limpar a escova em água corrente. Após o uso, ela precisa ser novamente enxaguada e o excesso de água deve ser removido com leves batidas na pia. Não é recomendado secar a escova na toalha, o ideal é posicioná-la na vertical em um porta escova, evitando também o contato com outras escovas.
Podemos dizer que a escova ideal é aquela que dificulta a contaminação e proliferação de micro-organismos, ou seja, ela deve ter um design mais simples, lisa, sem irregularidades e produzida com materiais não porosos.
Na hora de guardar
Aqueles protetores de escovas dentais, como estojos ou capinhas que só cobrem a cabeça da escova, são de grande utilidade, porém só devem ser utilizados em viagens para evitar que as cerdas fiquem espremidas ou achatadas. Guardar a sua escova sempre em estojos não é a maneira correta, pois a umidade ajuda na proliferação de bactérias. O ideal é colocar em suportes abertos, em locais secos e ventilados.
Quando trocar a escova
A escova deve ser trocada de 3 em 3 meses ou quando apresentarem deformidades e desgaste nas cerdas. Após esse período, ela perde sua eficiência. Se a pessoa contrair uma gripe ou resfriado, também deve ser substituída para evitar uma reinfecção. Outra observação importante é nunca compartilhar a sua escova, pois é um item de uso estritamente pessoal.
Dicas para ficar livre de bactérias:
Sabemos que os antibióticos são agentes protetores do nosso organismo e acabam com qualquer infecção no corpo em geral. Apesar disso, só existe um tipo específico de antibiótico que pode fazer mal para a estética dental, os tetraciclinas. Medicamento à base de tetraciclina, pode destruir a camada do esmalte dentário, eliminando o cálcio do dente e provocando o seu escurecimento. Esse processo acontece principalmente em bebês e crianças de até 12 anos de idade.
Já foi comprovado que esse tipo de antibiótico prejudica o esmalte dos dentes, mas é preciso deixar claro que eles em nada alteram a estrutura dental e não possuem qualquer relação com outros problemas bucais. Quando os efeitos da tetraciclina eram ainda eram desconhecidos, era hábito prescrevê-los bastante para uso infantil, no entanto, essa prática diminuiu com o passar dos anos.
Tetraciclina: Saiba mais sobre o verdadeiro vilão dos dentes
O uso de antibióticos é fundamental para tratar infecções dentárias e para prevenir a boca de doenças sistêmicas, como a endocardite bacteriana. Mas ao comprar este tipo de medicamento é preciso ter atenção e comprar apenas aqueles que são recomendados pelo dentista e evitar os medicamentos com tetraciclina.
Os dentes e osso s podem ser prejudicados pela tetraciclina em diferentes fases de formação dental. Já em relação à coloração dos dentes, depende do tempo de ingestão do remédio e idade de paciente, podendo afetar um bebê antes mesmo do nascimento. A tetraciclina consegue alcançar a placenta e pode afetar dentes de leite e permanentes. Este período pode variar da 20ª semana de gestação até aproximadamente os 12 anos de idade.
Antibióticos como aliados da saúde
Os antibióticos são prescritos justamente para combater infecções bucais e, mesmo quando ingeridos por outras razões, acabam indiretamente passando pela cavidade da boca, sendo assim um aliado dos dentes. Eles podem ser indicados até para situações pós-cirúrgicas para prevenir possíveis complicações causadas por infecções. E, no caso da cárie, se o antibiótico possuir alguma ação bactericida, pode até servir como uma forma de prevenção e combate do problema.
Outra atribuição que se costuma dar aos antibióticos, é de que eles podem causar cáries. porém não é verdade. Muito provavelmente algumas pessoas associam as manchas nos dentes causadas pela tetraciclina com cáries, mas a alteração da cor do esmalte não tem nada a ver com lesões na estrutura do dente.
Não se automedique sem a orientação de um profissional
Remédios são importantes para o combate de agentes agressores ao organismo, porém, sempre haverá possíveis efeitos colaterais sistêmicos e bucais. Por este motivo que todos os medicamentos devem ser prescritos por profissionais especializados. O conhecimento da composição farmacológica e formas de atuação no organismo são fundamentais para que os efeitos sejam minimizados e até mesmo evitados e somente um profissional poderá fazer essa avaliação.
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